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Desapegue-se dessas 15 coisas e viva muito melhor

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A felicidade é um estado de espírito.

Pessoas verdadeiramente felizes mantém uma atitude positiva, mesmo diante de aspectos negativos na vida.

Essas pessoas estão otimistas, procuram viver de forma ética e valorizam a integridade.

Elas são gentis, amorosas, carinhosas e compassivas com todos, sem discriminações.

Quando você olha para elas, você perceber como, de maneira confiante e à vontade, elas são simplesmente quem elas são.

O que as mantém positivas e cheias de uma disposição é que existem coisas a que as pessoas mais felizes simplesmente NÃO SE APEGAM.

Abaixo veja a lista das coisas com o que você definitivamente NÃO DEVE se preocupar para ter uma vida muito mais feliz.

1. As pessoas mais felizes não têm sua vida centrada na acumulação de bens materiais.

É evidente que os bens materiais são importantes para uma vida digna. Possuir uma casa para morar, ter um carro ou mesmo um dinheiro no banco não só é bom como pode ser muito importante em muitos momentos. Entretanto, as pessoas mais felizes sabem que, uma vez que suas necessidades mais básicas estão sanadas, ter dinheiro ou mesmo sucesso não garante a felicidade de ninguém. Elas estão mais interessadas ​​em usar seus recursos para agregar valor à vida das pessoas e a viver uma vida decente, mesmo que modesta. Se o dinheiro continua chegando e for fruto do que fazem, é claro que ficarão felizes, mas se o dinheiro não for tão abundante, elas não deixam de enxergar possibilidades e alegria na vida.

2. As pessoas mais felizes são aquelas que dão sem esperar receber em troca.

Todo mundo gosta de um presente ou mesmo de uma surpresa inesperada, no entanto, enquanto muitos anseiam por elogios e recompensas, as pessoas verdadeiramente felizes encontram realização pessoal ao servir e ajudar aos outros sem esperar nada em troca. Para essas pessoas a recompensa é saber que elas têm valor acrescentado e enriquecido a vida de alguém.

3. Elas não se comportam de acordo com as expectativas da sociedade.

Rotineiramente, mesmo que sem ter plena consciência disso, as pessoas vivem sob pressão para atender às expectativas da sociedade, o que é muitas vezes estressante e avassalador para o bem estar geral. As pessoas com quem você anda, trabalha e até mesmo se casa são muitas vezes escolhidas para atender às expectativas externas. Entretanto, fazer escolhas baseadas em demandas dos outros está longe de ser uma boa receita para felicidade. As pessoas que vivem mais felizes não se importam com isso. Elas olham muito mais para dentro de si mesmas ao fazer suas escolhas. Elas seguem o que mandam seus corações.

4. Elas não cultivam preconceitos de qualquer espécie.

Algumas pessoas possuem noções preconceituosas sobre culturas diferentes, outros grupos sociais, religião, raça… As pessoas que vivem melhor e são mais felizes não se importam com nada disso. Quem vive bem consigo mesmo observa o outro e o conhece “por quem ele é” , nunca baseado em fatores que agrupam e segregam pessoas segundo grupos ou raças diferentes.

5. Elas não se importam com a aprovação de quem está por perto para tomar as atitudes que julgam corretas

Pessoas que são mais felizes realmente não se importam com o que você pensa delas. Elas ouvem e consideram o que os outros têm a dizer, mas não tomam uma atitude para conseguir a aprovação de ninguém. Elas sabem que, se você viver para a aprovação das pessoas, você vai morrer devido a rejeição que receber. Pessoas mais felizes fazem o que precisa ser feito e nunca deixam pessimistas desencorajá-las.

6. Elas não se importam quando percebem que erraram. Sabem que não têm que estar sempre com a razão.

O ser humano é falho, erra, conserta, cai, levanta e prossegue. Ninguém sabe tudo e tem todas as respostas na vida. É justamente quando aceitamos que estamos errados que abrimos portas para aprender o que é certo.

7. Eles não se importam com ambientes improdutivos.

Pessoas mais felizes evitam os ambientes onde se sentem mais estressadas como lugares muito ruidosos, sujos e poluídos. Em vez disso, as pessoas verdadeiramente felizes valorizam e protegem os ambientes que promovem sensações agradáveis, como parques.

8. Elas não estão “nem aí” para comparações sociais.

As pessoas que vivem mais felizes não têm nenhuma necessidade de se comparar aos outros. Elas podem aprender o que os outros fazem melhor do que elas para também crescer, mas o seu foco está em seu próprio progresso. Elas sabem que o crescimento pessoal é algo construído e por isso não precisam da inveja, do ressentimento ou mesmo de sentimentos doentios de superioridade frente aos outros.

9. Elas não perdem tempo se intrometendo na vida dos outros.

As pessoas que vivem mais felizes podem até ajudar ou dar sua opinião se forem solicitadas, mas elas farão de tudo para não interferir nas decisões pessoais dos outros.

10. Elas ignoram fofocas.

Quem vive bem não precisa se preocupar com a opinião dos outros, mesmo que o que seja dito seja mentira. As pessoas felizes estão satisfeitas com suas próprias vidas e não têm nenhum desejo de se preocupar com o que está acontecendo na vida de outra pessoa. As únicas pessoas que se importam com fofocas são pessoas superficiais e que não acreditam em si mesmas.

11. Elas não cultivam relacionamentos tóxicos.

Não só vícios, abusos físicos e xingamentos, mas também as coisas sutis, como reclamações constantes e mudanças de humor podem arrastar qualquer um para baixo. As pessoas que vivem mais felizes evitam relacionamentos tóxicos. Uma boa receita para viver bem é passar o maior tempo possível perto de pessoas saudáveis ​​e que trazem alegria.

12. Elas não guardam rancor

As pessoas verdadeiramente felizes sabem que sentimentos negativos como o rancor aprisionam e envenenam. Depois de situações ruins, a melhor pedida é seguir em frente.

13. Elas evitam mentiras.

Vidas desmoronam rápido quando são mantidas baseadas em mentiras e enganos. Pessoas verdadeiramente felizes compreendem esse fato e sabem que é melhor não oferecer nenhuma explicação do que responder a uma situação com mentiras.

14. Elas não perdem tempo reclamando.

As queixas são os frutos de uma vida descontente. Pessoas felizes são simplesmente gratos por aquilo que têm e mantém esperança no que virá, mesmo quando as coisas não estão indo bem seu caminho.

15. Elas são avessas à vingança

Finalmente, se você realmente quiser levar uma vida feliz, você não pode se dar ao luxo de perder tempo com vinganças. Pessoas felizes deixam essa área por conta do destino. Elas sabem que existem lugares muito melhores para canalizar suas energias.

Lembre-se …

A vida nem sempre é um mar de rosas. Às vezes as coisas não saem do seu jeito e ninguém é feliz 24 horas por dia. Entretanto, viver bem envolve escolhas muito mais ligadas a comportamentos positivos e com encaramos o hoje. A vida é assim, opte por vivê-la da melhor maneira possível.

Por David K. William, via: Life Hack

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– Não pode entrar – diz o velho. Fechou ao meio dia. Se quiser pode voltar às quartas feiras.

A porta está aberta. Estou vendo seu interior, embora sem nitidez, por causa da claridade aqui fora.

– A porta da igreja está aberta – diz ele dirigindo-se para o velho – Se você quer dinheiro, podemos lhe dar um pouco. Mas ela quer ver a igreja.

– Já passou da hora, diz o velho. Já está fechada.

– Então está bem, vamos entrar de qualquer jeito.

Ele me pega pelo braço e entra comigo. Meu coração dispara. O velho pode ficar agressivo, chamar a policia, estragar nossa viagem.

…. Não tenha medo Pilar. Você não pode “contracenar,” ele diz.

– Não sei o que é “contracenar”.

– Certas pessoas vivem brigadas com alguém, brigadas consigo mesmas, brigadas com a vida. Então elas começar a criar uma espécie de peça de teatro na cabeça delas, e escrevem o roteiro de acordo com suas frustrações. O pior porém é que elas não podem representar esta peça de teatro sozinha. Então começam a convocar outros atores. Foi o que este sujeito ai fora fez. Queria se vingar de alguma coisa, e nos escolheu para isto. Se tivéssemos aceitado sua proibição, estaríamos agora arrependidos e derrotados. Teríamos aceito fazer parte de sua vida mesquinha e de suas frustações. A agressividade deste senhor era visível, foi fácil evitar que “contracenássemos”. Outras pessoas, entretanto, nos convocam quando começam a se comportar como vitimas, reclamando das injustiças da vida, pedindo para que a gente concorde, de conselhos, participe.

Paulo Coelho, nas margens do rio piedra eu sentei e chorei

Mion, Romeo, Você e Eu

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“O diagnóstico é a maneira mais eficaz de limitar alguém.”

Foi com essas palavras que o apresentador Marcos Mion revelou através do Facebook a singularidade de Romeo, seu primogênito.

Segundo Mion, o menino possui “dificuldades de desenvolvimento” e se encaixa numa faceta do autismo, embora se encontre na categoria NOS, Not Otherwise Specified (“Sem Outras Especificações”, em português) da doença e seja, em suma, um caso sem diagnóstico específico.

Com doses cavalares de sensibilidade e doçura, Mion emocionou a seus seguidores e deu origem a um boom de testemunhos e manifestações de solidariedade que estão varrendo as redes sociais.

O comandante do Legendários classificou Romeo como “um presente de Deus” e agradeceu pela “felicidade de aprender e conviver com um ser humano tão evoluído”.

Mion, com a exatidão amorosa (ou seria com o “amor exato”?) com a qual somente os autênticos são agraciados, precisou somente de algumas palavras simples para falar sobre conceitos profundos.

Escreveu pouco, mas falou muito.

Destaco sua breve e espontânea reflexão sobre a palavra “diagnóstico” e ouso ampliá-la um pouco mais. Ouso dizer que todos, do Romeo a mim, do Mion a você, sofremos com diagnósticos incômodos.

Não me refiro, porém, àqueles que são dados por médicos. Falo de diagnósticos que não vêm de exames, mas de palavras. Falo daqueles que não são impressos no papel, mas na alma.

“Você é burro!”, diz o pai rígido.

“Você é inferior!”, diz o patrão exigente.

“Você é chata!”, diz o marido ausente.

Quem nunca recebeu diagnósticos desse gênero? Quem nunca foi oprimido, humilhado ou diminuído por um deles?

Rótulos deveriam se limitar às latas de salsicha, mas, infelizmente, ocupam grandes lotes em nossos corações.

A mensagem de Mion, porém, traz consigo uma verdade poderosa: “Diagnósticos são inevitáveis, mas não imutáveis”.

É impossível impedir que eles cheguem, mas é possível mandá-los embora. O sorriso de Romeo nos prova que a algema que nos liga à opinião alheia está destrancada. Podemos ser livres. E esta liberdade, aliás, reside em três letras:

NOS, Not Otherwise Specified.

O “NOS” que impede o diagnóstico exato de Romeo ilustra aquele que deveria ser nosso ideal de vida. Romeo transita por suas limitações sem o peso de um rótulo. Devemos transitar com a mesma leveza pelas tristezas e decepções da vida.

Ao tomar posse do “NOS” da alma, você afirma querer ser quem é, abandonando o peso de viver como “quem dizem que você é”.

Sob este ângulo, a receita da felicidade parece simples: Menos peso, mais sorrisos. Menos culpa, mais compreensão. Menos diagnósticos, mais amor.

Mion, aliás, abandonou o próprio diagnóstico que havia recebido de mim e de boa parte dos telespectadores, que o viam como um mero “palhaço”. Com uma simples postagem, o apresentador deixou de ser “Mion” e passou a ser “Marcos”. Passou a ser um de nós.

Nós que, tal qual Romeo, precisamos vagar pelos “NOS” de uma vida que está longe de ser perfeita, mas perto de ser alegre. A Romeo e a nós cabe uma única escolha: Tropeçar nas limitações ou ser impulsionado por elas.

Romeo, pelo que disse o pai, já fez a escolha dele. Qual será a sua?

***

Ao fim de sua mensagem, Marcos revela uma cena familiar.

“Como uma vez ele [Romeo] me disse: ‘Pai, eu sou seu irmão’. Sim, filho, você é meu irmão de alma. Meu maior orgulho”, escreveu o apresentador.

Não é extremamente parecido com o que Deus diz a nosso respeito?

Mesmo conhecendo nossos diagnósticos, Ele nos fala sobre cura.

Mesmo conhecendo nossos defeitos, Ele insiste em nos perdoar.

Mesmo conhecendo nossas limitações, Ele nos convida para ir às montanhas.

Marcos olha para Romeo e não vê o que lhe falta, mas o que lhe sobra. Deus faz o mesmo conosco.

Nós, aqueles que sorriem sempre e não desistem nunca, somos o maior orgulho de um Deus que enviou seu Filho para ser nosso Irmão.

E assim, livres de diagnósticos, podemos, assim como Marcos e Romeo, escrever uma história onde a amargura saiu correndo ao avistar o amor.

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Se você amou ou odiou este texto, não deixe de mandar um e-mail para arthur@rd1audiencia.com. Quero aprender com você. E, caso queira aprender um pouco mais sobre mim, acesse também meu blog pessoal, http://www.jesusarthurehelen.blogspot.com.

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Fonte: http://rd1.ig.com.br/blogueiros/break/mion-romeo-voce-e-eu/234890

Desconstrução de máscaras

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“…Eu estou propondo que você identifique os nós da sua herança, que te impedem de criar união, e que sustentam a identificação com aquele que não quer se entregar; aquele que é obstinado em manter o seu plano de vingança e destruição. Você está sendo convidado a identificar os pontos de bloqueio, ou seja, identificar as situações e pessoas com as quais você tem contas abertas. O que são contas abertas? Pessoas e situações que te incomodam, ou pelo menos fecham o seu coração. Pessoas e situações que ativam esse velho ‘eu’ obstinado em querer brigar e acusar, e fazem você se sentir culpado de se sentir feliz, entre outros desdobramentos. A partir da identificação desses desdobramentos ou sintomas, você chega nesse ‘eu’ dentro de você que se recusa a amar e a criar união.

Trabalhe para identificar esse ‘eu’. Deixe-o se expressar dentro de você e contar qual é o seu plano. Deixe-o falar por que ele não quer a luz; por que ele não quer o amor. Por mais que ele seja um ‘eu’ ilusório, se você se vê repetidamente atuando a partir dessa identificação, para você ele é real. Você ainda não descobriu que ele é ilusório. Então, apenas coloque luz nele. Vá atrás desse ‘eu’. Vá atrás dessa voz dentro de você, que não quer criar união, e que consequentemente não confia; e consequentemente não ama e não se entrega.

Uma das características desse eu ilusório é a obstinação. O ego diz: “Eu faço, eu controlo”. Junto com a obstinação tem o medo de desaparecer; o medo de perder o controle; e também o orgulho de passar o ridículo de perder tudo que você construiu.

Portanto, quando você bate na porta da verdade e ela se abre, muitas vezes você sai correndo. Então você continua procurando, mas evita bater naquela porta. Porque sabe que se bater naquela porta haverá um grande perigo. Quando isso acontece, a vida espiritual vira mais uma prática social. Você vai empurrando a vida com a barriga. Você canta o mantra PRABHU AP JAGO, e canta bonito, mas não consegue chamar de verdade, porque se realmente chamar, ela virá. Você sabe disso. Então a situação fica delicada, porque ela vem e pede que você se entregue – e entrega significa abrir mão do passado. Mas, às vezes, a confiança ainda não foi completamente desenvolvida. Então, como entregar?

Eu estou apenas colocando luz em alguns dos desafios do buscador espiritual. Como disse Jesus aos pescadores: “Deixem essas varas e sigam-me, que eu vou torná-los pescadores de homens”. Há que se ter confiança para deixar as varas. Há que se confiar nesse vislumbre da verdade que apareceu para você. Porque, durante toda a sua jornada você será testado, até que não haja mais nenhuma incerteza. Até que você realmente se torne um com Ele….”

Sri Prem Baba

fragmentos

 

O ser caleidoscópico de Clarice

Uma unidade constituída por milhares de fragmentos
Uma colcha de retalhos tecida pelo tempo
Um pedaço de pedacinhos de outros
(que determinam, não só o que penso, mas, o que sei, o que sinto, onde estou, onde irei e o que estou sendo)

Num processo contínuo de transformação,
como o moinho, que mesmo com o vento fraco, não para de rodar
me permito ser levada num caminho
onde é o vento que decide o tempo de parar.

Pois é, a vida gira sem titubear
e nesta ciranda de gentes
eu misturo o ser com o ente
e já nem sei mais no que acreditar.

Ser o outro de um jeito que é só nosso.
existir,
refletir,
ser finito
e pela palavra
sermos infinitos.

Que beleza há na vida!

Não sermos intactos,
fechados,
acabados,
e descobrir,
depois de tudo,
que somos apenas um amontoado.

Uma junção de coisas desconexas que te fazem ser
ser de emoções,
ser de vazios,
ser de incertezas,
Ser mutante!
Imersos ao querer e ao porquê,
dentro de um espaço vazio
que diz quando e onde iremos acontecer.

No final das contas,
quem pode dizer
o que de fato define o ser
Não sou eu,
nem você.

Luana Peres

DEUS SEGUNDO SPINOZA

Einstein quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

 

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DEUS SEGUNDO SPINOZA

“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.

Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade
fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo
o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem,
no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos,
de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?
Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar
a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar,
que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida,
que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar.
Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse.
Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada,
terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste,
se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti.
Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias
teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam.
Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.
Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui,
que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro… aí é que estou, batendo em ti.

Baruch Spinoza

Como você escolhe seu parceiro?

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Tenho acompanhado a vida de muitos pacientes e posso afirmar que a causa mais frequente de separação está relacionada à escolha do parceiro. Existem várias exceções, mas grande parte das pessoas se precipita, tomando uma decisão tão importante depois de poucas semanas de convívio.

Há poucas décadas, uma mulher que chegasse aos 25 anos e ainda não estivesse comprometida começava a se sentir “encalhada”.

Muitas se casaram de forma estabanada com o primeiro que lhes pareceu razoável. Umas tantas resistiam e, mesmo temendo a solidão, continuavam a manter um elevado padrão de exigência sobre as qualidades que esperavam dos parceiros.

Hoje vemos apenas uma forma atenuada do que acabei de descrever. Porém, ainda é verdade que as mulheres se assustam um pouco quando demoram a encontrar um namorado fixo, e que suas famílias se afligem com isso.

Todos começam a se preocupar com a idade que ela terá ao engravidar, com o fato de “todas as amigas já estarem casadas”, com a hipótese de que algo esteja errado com ela. E esse “algo errado” para a família pode ser, por exemplo, sua mania de exigir demais, deesperar pelo príncipe encantado, que claro, não existe.

Essa ideia contém o germe do desespero do passado. Não posso deixar de ver nela uma espécie de insinuação para que a moça reduza suas expectativas, como se estivesse em liquidação e fosse uma mercadoria que tem de sair por qualquer preço.

Nunca deveríamos nos ligar a alguém motivados apenas pelo medo. Aliás, em vez de esperar menos, o ideal seria aprender a viver bem, mesmo sozinhos.

As pessoas idealizam um modelo de parceiro e, pela minha experiência, posso afirmar que, em geral, esse modelo não é nada absurdo. São poucos os que efetivamente esperam demais do outro.

Mulheres que passam um tempo solteiras podem dar sequência a seus projetos profissionais e ter uma vida mais rica e variada do que as que se casam precocemente.

Se não há tanta pressa e nem nos sentimos tão sensíveis às pressões do meio, talvez possamos obter uma ideia mais clara de quem somos, do que efetivamente gostamos e do que pretendemos em todos os sentidos da vida.

Pessoas mais competentes para ficar consigo mesmas tendem a eleger melhor e mais tardiamente seus pares. Isso, na prática, só tem trazido benefícios, gerando um crescente número de casamentos bem-sucedidos.

As escolhas mais tardias costumam se dar por afinidade, enquanto as precoces nos levam, por força da usual falta de autoestima juvenil, ao encantamento pelas pessoas opostas a nós.

As afinidades são o pré-requisito para as boas relações.

Existe uma fase intermediária, na qual homens e mulheres já não se interessam por seus opostos e ainda não estão prontos para seus afins. Nesse período, não acham graça em ninguém e são, de fato, muito exigentes.

Trata-se de uma transição evolutiva. É só esperar que os bons parceiros aparecerão.

Flávio Gikovate

Fonte: http://flaviogikovate.com.br/como-voce-escolhe-seu-parceiro/


Criado em 19 JUL 08

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