Archive for the 'Medo' Category

Que medo é esse?

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Só existe um medo básico. Todos os outros medos são consequências do medo principal que todo ser humano carrega dentro de si. O medo é de se perder. Ele pode acontecer na morte, no amor, mas o medo é o mesmo.

Você tem medo de se perder. E o mais estranho é que as pessoas que têm medo de se perder são justamente aquelas que não estão de posse de si mesmas. Aquelas que estão de posse delas mesmas não têm medo. Então, é na realidade uma questão de exposição. Você não tem nada a perder.

Você acha que tem algo a perder. As pessoas têm medo da vida. Elas têm medo da vida porque a vida só é possível se você for capaz de enlouquecer – enlouquecer no amor, enlouquecer na sua canção, enlouquecer na sua dança. É aí que reside o medo.

Quem tem medo da morte? Nunca cruzei com ninguém que tivesse. Mas quase todo mundo que eu conheço tem medo da vida. Descarte o medo da vida… Porque ou você tem medo ou vive, só depende de você. Você não tem nada a perder, só tem a ganhar. Esqueça as lágrimas e mergulhe de cabeça na vida. OSHO

 

Há medos que nos paralisam. São temores doentios. Eles nos entorpecem, nos amarram e precisam ser vencidos. Precisam ser olhados de frente, para que voltem à condição de medo, apenas… Medo saudável. Maria Modesto Cravo

Mudanças fazem parte do cotidiano…

Eu sei que muitas vezes vai dar medo, em outras, você vai pensar em desistir. Mas mudanças fazem parte do cotidiano e são elas que nos ajudam a construir nosso alicerce. Experiência não é “papo de vovó”, não. Chega um dia que a vida te cobra e vai querer saber “tin tin por tin tin” o que você fez com os obstáculos que ela colocou. E aí, você é do tipo que topa qualquer parada ou da turma dos que pedem pra descer na primeira rodada?!?

Fernanda Goana

Uma técnica de meditação para transformar o medo em amor


Muitas pessoas têm um medo da vida que é sentido como medo de outras pessoas, medo de assumir riscos, medo da raiva, etc. Isso é apenas um hábito que adquiriram e que pode começar a ser mudado por meio dessa pequena técnica de meditação que muda o seu equilíbrio – do medo para o amor.

Você pode se sentar numa cadeira ou pode se sentar em qualquer postura que se sentir confortável. Coloque as suas mãos no seu colo de forma que a mão direita fique embaixo da esquerda com os dedões se tocando e as palmas para cima. A mão direita está conectada com o cérebro esquerdo e o medo sempre vem do cérebro esquerdo. A mão esquerda está conectada com o cérebro direito e a coragem vem do lado direito.

O cérebro esquerdo é o local da razão e a razão é covarde. Por isso é que você não encontrará um homem bravo e intelectual ao mesmo tempo. E sempre que encontrar um homem bravo não encontrará um intelectual. Ele será irracional, está fadado a ser assim. O cérebro direito é intuitivo… então, isso é simplesmente simbólico, e não apenas simbólico: isso coloca a energia numa certa postura, num certo relacionamento.

Então, a mão direita fica embaixo da mão esquerda e ambos os dedões se tocam. Então você relaxa, fecha os olhos e deixa a sua mandíbula inferior ficar relaxada por um pouco – não que você force isso… simplesmente relaxada de forma que você comece a respirar pela boca. Não respire pelo nariz, simplesmente comece a respirar pela boca; é muito relaxante. E quando você não respira pelo nariz, o antigo padrão da mente não funciona mais. Isso será uma coisa nova e, num novo sistema de respiração, um novo hábito pode ser formado mais facilmente.

Em segundo lugar, quando você não respira pelo nariz, a respiração não estimula o seu cérebro. Ela simplesmente não vai até o cérebro: vai diretamente para o peito. Do contrário, continua uma constante massagem e estimulação. Essa é a razão pela qual a respiração muda nas nossas narinas repetidamente. A respiração através de uma narina massageia um lado do cérebro, e através da outra, o outro lado do cérebro. Depois de cada quarenta minutos, elas mudam.

Então simplesmente sente-se nesta postura, respirando pela boca. O nariz é dual, a boca é não-dual. Não existe mudança quando você respira pela boca: se você se senta por uma hora, estará respirando da mesma maneira. Não haverá mudança; você permanecerá num estado. Respirando pelo nariz, você não pode permanecer num estado. O estado muda automaticamente; sem você saber, ele muda.

Então isso irá criar um novo estado de relaxamento muito, muito silencioso, não-dual, e as suas energias começarão a fluir de uma nova maneira. Simplesmente sente-se silenciosamente sem fazer nada por pelo menos quarenta minutos. Se puder ficar uma hora, será de grande ajuda. Então, de quarenta minutos a uma hora: comece com quarenta minutos e, pouco a pouco, chegue a uma hora. Faça isso todos os dias por uma hora, pelo menos por três semanas.

Enquanto isso, não perca qualquer oportunidade; seja qual for a oportunidade, entre nela. Sempre escolha a vida e sempre escolha o fazer; nunca se retire, nunca fuja. Aproveite qualquer oportunidade que aparecer no seu caminho para fazer alguma coisa, para ser criativo.

Osho, em “The Further Shore”
Fonte: Espaço Terapêutico Corpomente
Imagem por helgasms!

Coragem, OSHO

Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

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Quando você sentir medo…

Eu tinha quarenta e poucos anos. Ela era minha amiga e eu estava fazendo o que achava necessário para preservar nossa amizade. Mas eu me sentia como se tivesse cinco anos, com medo de que, se não fizesse o que ela desejava, ela deixaria de gostar de mim. Ela não fazia por mal, pois tambem estava dominada por seus medos infantis. É na infância que aprendemos sobre o medo. Como lidar com ele, como camuflá-lo, como funcionar debaixo da pressão que ele exerce, como fugir dele. Como diria minha amiga Rene Kiser, “dentro da minha cabeça eu estava sozinha, sem a companhia de um adulto”, tentando salvar aquilo que eu achava ser essencial para minha sobrevivência. Ao tentar manter a amizade, criei o mais completo caos nas minhas finanças e nos meus relacionamentos familiares e amorosos. Ao final, a amizade mudou drasticamente e essa pessoa saiu da minha vida.
São poucos os que realmente tentam compreender o numero de mascaras e disfarces usados pelo medo. Aprendi, da maneira mais difícil, que o que eu chamava de “ser uma boa amiga” era puro medo. Medo de perder o controle. Também aprendi que o que eu chamava de prudência, ao protelar as decisões, era medo – medo do fracasso e do sucesso misturados numa só coisa. Depois de várias experiências, descobri que quando eu exclamava indignada, “Olha só o que fizeram comigo!”, na verdade estava sentindo medo. Medo de não ser capaz. Medo que descobrissem a verdade a meu respeito. O medo tem tantos disfarces inteligentes, que é quase impossível reconhece-lo a todo instante. O que podemos fazer, no entanto, é abraça-lo. Torná-lo um aliado, em vez de um inimigo.
Quando nos pedem que façamos algo que não nos achamos dignos ou capazes de fazer, não é o medo a primeira emoção que sentimos? Medo do abandono. Medo do ridículo, da desvalorização, da humilhação. Medo de que alguém deixe de nos amar. Como não queremos nos sentir assim, negamos o que sentimos. “Não estou com medo, só não quero me casar com você” “Não estou com medo, estou sem um tostão furado!” “Não estou com medo, estou excessivamente ocupado”. Não nos damos conta de que a única forma de lidar com o  medo é amando-o.
Da próxima vez que seu estomago der cambalhotas de tanto medo, não negue, fingindo que esta tudo bem. Sussurre bem baixinho: “Conheço você, medo, e sei exatamente o que quer. Mas hoje não estou com vontade de lidar com você”. No instante em que se der conta de que esta sob o poder do medo, não tente escapar. Relaxe. A verdade nos liberta.
Iyanla Vanzant

Quando você sentir DÚVIDA…

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É um fato cientificamente comprovado que dois objetos não podem ocupar o mesmo espaço. Essa teoria se aplica às mentes e aos corações dos seres humanos. Onde há confiança, a dúvida não pode se instalar. No momento em que a dúvida entra, a confiança desaparece. Ninguém pode acreditar e duvidar ao mesmo tempo. Acreditar é saber, compreender e aceitar uma verdade que não muda nem pode ser alterada. Onde existir uma confiança total e inquestionável na verdade não poderá haver dúvida. A dúvida penetra na consciência e invade a mente quando esquecemos e não confiamos na verdade da lei divina. A dúvida cresce quando nos apegamos aos resultados e só investimos neles.

Quando decidimos que as coisas devem ser de uma forma determinada, passamos a duvidar de que conseguiremos o que desejamos. A dúvida é fruto de nossas crenças, quase sempre causadas pelo fato de pensarmos e sentirmos que não somos dignos. Quando achamos que não somos dignos de ter o que desejamos, duvidamos que possamos recebê-lo. A dúvida é também causada pela necessidade de controlarmos as situações. Para exercer tal controle, precisamos saber tudo a respeito de tudo. Fixamos a vista num resultado específico e numa forma determinada de atingir este resultado. Quando começa a parecer que nossos planos estão dando errado, a reação natural é o medo, ingrediente principal da dúvida. Quando há necessidade de controle, a dúvida se manifesta sob forma de preocupação. A preocupação é descendente direta da necessidade de ter controle.

Precisamos nos dar conta de que não podemos ver tudo. Não sabemos tudo. Mais importante, precisamos compreender que é impossível controlar qualquer coisa. O processo da vida é espiritual, governado por leis e principios espirituais, invisíveis e intangiveis. Quando estamos sintonizados com essas leis e princípios, sentimos a ação do resultado natural dessas leis. As leis fazem com que a vontade de Deus se manifeste. Essa vontade é para o bem de todos. Quando compreendemos e abraçamos essa verdade, não há motivos para dúvidas. Sabemos que não importa como esteja a situação, o resultado final sera bom.

Atraímos para as nossas vidas as coisas nas quais nos concentramos mais. Infelizmente, poucos têm consciencia dos próprios pensamentos, e muitos não se dão conta do que estão pensando a maioria do tempo. Mesmo quando fazemos planos e nos concentramos no que desejamos, avaliamos nossos avanços apenas através das provas físicas. Quando acontece algo inesperado, duvidamos de nós mesmos e de nossos avanços. Isto faz com que a semente da dúvida se instale, fazendo-nos ficar tão preocupados em consertar o que parece ter dado errado, que nossos pensamentos se afastam do resultado desejado. Passamos a nos concentrar intensamente em garantir que nada dê errado. Em última instância, este enfoque se transformará na única coisa que tememos: não atingir o resultado desejado.

A melhor maneira de se defender contra a dúvida é rezando e afirmando constantemente a verdade sobre nós mesmos e sobre a vida. Rezar pedindo orientação e acreditar que a receberemos sintonizará nossas ações com a vontade Divina. Afirmar o que somos e desejamos colocará em movimento os principios espirituais de ordem e do tempo divinos. Nós sempre recebemos exatamente o que precisamos, quando precisamos, até mesmo quando não temos consciencia de precisar. Aprender a viver sem ter de avaliar cada acontecimento ou situação, permanecer concentrados no desejo do bem, elimina o crescimento da dúvida na mente consciente. Quando esperamos receber orientação, proteção e os benefícios da Vonatde Divina, podemos ter certeza de que todo o resultado do empenho será para o nosso bem.

Iyanla Vanzant

Atreva-se

Os Sapos

(desconheço a autoria)

Se existem três sapos numa folha,
e um deles decide pular da folha para a água,
quantos sapos restam na folha?

 

A resposta certa é:
Restam três sapos.
Porque o sapo apenas decidiu pular.
Ele não fez isso.
Nós não somos como o sapo muitas vezes?

Que decide fazer isso, fazer aquilo,

mas ao final acabamos não fazendo nada?

 

Na vida temos que tomar muitas decisões.

Algumas fáceis; algumas difíceis.

 

A maior parte dos erros que cometemos

não se devem a decisões erradas.

A maior parte dos erros se devem às indecisões.

Temos que viver com a conseqüência das nossas decisões.

E isto é arriscar.

Tudo é arriscar.

 

Rir é correr o risco de parecer um tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.

Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.

 

Expor os sentimentos é arriscar  expor-se a si mesmo.

Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los.

Amar é correr o risco de não ser amado.

Viver é correr o risco de morrer.

Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar.

Tentar é correr o risco de falhar.

 

Os riscos precisam ser enfrentados,

porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada.

 

A pessoa que não arrisca nada,

não faz nada, não tem nada, é nada.

Ela pode evitar o sofrimento e a dor,

mas não aprende, não sente,

não muda, não cresce ou vive.

 

Presa à sua servidão,

ela é uma escrava que teme a liberdade.

 

Apenas quem arrisca é livre.

 

O pessimista queixa-se dos ventos.

O otimista espera que mudem.

O realista ajusta as velas.

Medo de quê?

O medo era meu companheiro constante, eu vivia com medo de perder
o que tinha ou de não conseguir o que queria ter.
E se meus cabelos caírem?
E se eu não conseguir comprar a casa que eu quero?
E se eu engordar, ficar flácido e deixar de ser atraente?
E se eu tiver uma deficiência física e não puder jogar bola com o meu filho?
E se eu ficar velho, frágil e não tiver nada a oferecer aos que me rodeiam?
Mas a vida ensina a quem quer aprender e hoje eu sei.
Se meus cabelos caírem, vou ser o careca mais simpático e agradecer
pelas idéias que a minha cabeça produzir, apesar da falta de cabelo.
Não é a casa que faz alguém feliz, um coração infeliz não se sente
melhor em nenhuma casa, mas um coração
em paz torna qualquer casa feliz.
Se eu dedicar mais tempo a me desenvolver emocional, mental e
espiritualmente, em vez de só me preocupar com o físico,
vou me sentir cada vez mais atraente.
Se uma deficiência física me impedir de ensinar meu filho
a encestar uma bola, vai me sobrar tempo para ensinar-lhe a
resolver os problemas da vida,
o que é um aprendizado muito mais útil.
E se a idade for me roubando as forças, a agilidade mental
e a resistência física, posso oferecer aos que conviverem
comigo a forçadas minhas convicções, a profundidade do meu amor
e a solidez espiritual de uma alma cuidadosamente esculpida
pelas arestas de uma longa vida.
Se o destino me trouxer perdas e desilusões,
vou enfrentar os desafios com dignidade e determinação,
porque são muitas as dádivas de Deus e posso substtituir
cada dádiva perdida por outras dez que eu nunca
perceberia se a vida sempre fosse um mar-de-rosas.
Quando eu não puder mais dançar, vou cantar com alegria,
quando não tiver mais forças para cantar,
vou ouvir as músicas de que mais gosto.
Quando minha respiração for apenas um sopro,
vou pensar nos meus entes queridos e meu coração
vai se aquecer de amor.
E quando a luz mais brilhante se aproximar,
vou rezar em silêncio e entrar nela.
Então terá chegado a hora de ir ao encontro de Deus
e vou ter medo de quê???

Desconheço a autoria

Inocência

Quando nascemos somos conscientes da alma,
inocentes do medo e das negatividades.
Com o tempo a confiança é abalada e aprendemos
a desenvolver atitudes defensivas que, aparentemente,
nos protegem da dor. Ocorre uma mudança em nosso
interior e passamos a ser conscientes do corpo.
Adotamos uma identidade que reflete nome,
forma, posição. Mas por trás desse véu ainda
existe a pureza original. Redescobrir a consciência
da alma faz re-emergir nossa inocência.

Dr. Roger Cole, Mission of Love,
Lothian Books, Port Melbourne, 1999 (texto adaptado)


Criado em 19 JUL 08

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