Archive for the '[Livros]' Category

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Do livro Faça amor, não faça jogo de Ique Carvalho.

Adulto saudável : Sonho e realidade

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Crescer não precisa ser o Grande Congelamento.

E quando nos transformamos naquilo que chamarei de, “adulto saudável”, com a sabedoria do adulto, suas forças e suas aptidões, poucos preferem voltar a ser criança.

Pois como adultos saudáveis, podemos abandonar e ser abandonados. Podemos com segurança sobreviver sozinhos. Mas somos capazes também de compromisso e intimidade.

Capazes de unir e separar, de sermos ao mesmo tempo íntimos e sozinhos, fazendo conexões em vários níveis de intensidade, estabelecendo elos amorosos que podem refletir os prazeres diversos de dependência, mutualidade.

Como adultos saudáveis, sentimos nosso eu digno de ser amado, valioso, genuíno. Sentimos a individualidade do nosso eu. Sentimos que somos únicos, e, ao invés de ver o eu como a vítima passiva do mundo interior e exterior, manejada, desamparada e fraca, reconhecemos o eu como agente responsável e força determinante na nossa vida.

Como adultos saudáveis, podemos integrar as várias dimensões da nossa experiência humana, abandonando as simplificações da juventude insensível. Tolerando a ambivalência. Vendo a vida através de várias perspectivas.

Descobrimos que o oposto de uma verdade pode ser outra verdade importante. E somos capazes de transformar fragmentos separados em um todo, aprendendo a ver os temas unificadores.

Como adultos saudáveis, possuímos, além de uma consciência, e, é claro, do sentimento de culpa, a capacidade para sentir remorso e para perdoar a nós mesmos.

Somos apenas refreados – não aleijados – pela nossa moralidade. Assim continuamos livres para afirmar, conquistar, ganhar a competição e para saborear os complexos prazeres do sexo adulto.

Como adultos saudáveis, podemos procurar e gozar nossos prazeres, mas podemos também enxergar e viver nossas dores.

As adaptações construtivas e as defesas flexíveis permitem que alcancemos objetivos importantes. Sabemos diferenciar a realidade da fantasia. E podemos – ou conseguimos – aceitar a realidade. E estamos dispostos a procurar a maior parte das nossas gratificações no mundo real.

O que chamamos de “teste da realidade” começa – com a frustração – na primeira infância, quando se descobre que só desejar não realiza o que queremos, quando se descobre que fantasias não aquecem, não confortam nem alimentam.

Adquirimos o senso da realidade, isto é, somos capazes de dizer se alguma coisa existe realmente ou não, pois, por mais vívida que seja a imagem de gratificação criada não passa de uma imagem da mente, e não uma presença viva no quarto.

O senso de realidade permite também uma avaliação relativamente exata de nós mesmos e do mundo exterior. Aceitar a realidade significa aceitar as limitações e as falhas do mundo – e as nossas.

Significa também criar objetivos possíveis, compromissos e substitutos dos nossos desejos infantis, por que:

1. Porque, como adultos saudáveis, sabemos que a realidade não pode nos oferecer segurança perfeita nem amor incondicional.
2. Porque, como adultos saudáveis, sabemos que a realidade não pode nos fornecer tratamento especial ou controle de absoluto.
3. Porque, como adultos saudáveis sabemos que a realidade não pode compensar os desapontamentos passados, os sofrimentos e as perdas.
4. Porque, como adultos saudáveis, finalmente chegamos a compreender,no desempenho dos papéis de amigo, cônjuge, progenitor, a natureza limitada de todos os relacionamentos humanos.

Porém, o problema com a idade adulta saudável é que poucos são consistentemente adultos. Além disso, nossos objetivos conscientes são inconscientemente sabotados.

Pois os desejos infantis que vemos às vezes nos sonhos ou nas fantasias, exercem grande poder fora do nosso conhecimento consciente. E esses desejos infantis podem onerar nosso trabalho e nosso amor com expectativas impossíveis. Exigindo, culpando por demais as pessoas que amamos ou nós mesmos, não estamos sendo – quem realmente o é – os adultos saudáveis que devemos ser.

Crescer exige tempo, e pode demorar muito aprender a equilibrar os sonhos com as realidades. Podemos levar muito tempo para aprender que a vida é, na melhor das hipóteses, um sonho sob controle – que a realidade é feita de conexões “imperfeitas”.

Judith Viorst no Livro, Perdas Necessárias (Super recomendo para aqueles que buscam autoconhecimento)

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– Não pode entrar – diz o velho. Fechou ao meio dia. Se quiser pode voltar às quartas feiras.

A porta está aberta. Estou vendo seu interior, embora sem nitidez, por causa da claridade aqui fora.

– A porta da igreja está aberta – diz ele dirigindo-se para o velho – Se você quer dinheiro, podemos lhe dar um pouco. Mas ela quer ver a igreja.

– Já passou da hora, diz o velho. Já está fechada.

– Então está bem, vamos entrar de qualquer jeito.

Ele me pega pelo braço e entra comigo. Meu coração dispara. O velho pode ficar agressivo, chamar a policia, estragar nossa viagem.

…. Não tenha medo Pilar. Você não pode “contracenar,” ele diz.

– Não sei o que é “contracenar”.

– Certas pessoas vivem brigadas com alguém, brigadas consigo mesmas, brigadas com a vida. Então elas começar a criar uma espécie de peça de teatro na cabeça delas, e escrevem o roteiro de acordo com suas frustrações. O pior porém é que elas não podem representar esta peça de teatro sozinha. Então começam a convocar outros atores. Foi o que este sujeito ai fora fez. Queria se vingar de alguma coisa, e nos escolheu para isto. Se tivéssemos aceitado sua proibição, estaríamos agora arrependidos e derrotados. Teríamos aceito fazer parte de sua vida mesquinha e de suas frustações. A agressividade deste senhor era visível, foi fácil evitar que “contracenássemos”. Outras pessoas, entretanto, nos convocam quando começam a se comportar como vitimas, reclamando das injustiças da vida, pedindo para que a gente concorde, de conselhos, participe.

Paulo Coelho, nas margens do rio piedra eu sentei e chorei

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Um missionário espanhol visitava uma ilha quando encontrou três sacerdotes astecas.
– Como vocês rezam? – perguntou o padre.
– Temos apenas uma oração – respondeu um dos astecas. – Nós dizemos: “Deus, Tu Ès três, nós somos três. Tende piedade de nós.”
– Bela oração – disse o missionário.- Mas ela não é exatamente a prece que Deus escuta. Vou lhes ensinar uma muito melhor.
O padre ensinou uma oração católica, e seguiu seu caminho de evangelização. Anos depois, já no navio que o levava de volta á Espanha, teve que passar de novo por aquela ilha. Do convés, viu os três sacerdotes na praia – e acenou-lhes.
Neste momento, os três começaram a caminhar pela água, em direção a ele.
– Padre! Padre! – chamou um deles, se aproximando do navio.- Nos ensina de novo a oração que Deus escuta, porque não conseguimos lembrar!
– Não importa – disse o missionário, vendo o milagre. E pediu perdão a Deus, por não ter entendido antes que Ele falava todas as línguas.

 

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Evitai o demasiado falar. Em cada mil palavras pronunciadas, pode ser que haja uma, somente uma, que, em verdade, necessita ser pronunciada. As restantes só nublam a mente, entopem o ouvido, irritam a língua e também cegam o coração. Como é difícil dizer a palavra que realmente deve ser dita! Em cada mil palavras escritas, pode ser que haja uma, somente uma, em verdade, que necessita ser escrita.  As restantes são tinta e papel desperdiçados e minutos aos quais se deu pés de chumbo em vez de asas de luz.

Livro de Mirdad | Mikhail Naimy

Recomendo :: Livro de Mirdad | Mikhail Naimy

TOCANTE, PROFUNDO, MARAVILHOSO!!! Tem pra comprar na LivrariaCultura.com.br 

Uma das mais antigas e conceituadas empresas editoras de Londres, à qual foi entregue, em primeiro lugar, o manuscrito deste livro, enviou a Mikhail Naimy uma carta na qual dizia o seguinte:
“Desde que V. Sa. nos enviou o manuscrito de “O Livro de Mirdad” temos recebidos cuidadosos relatórios sobre ele, da parte de nossos conselheiros literários e embora, naturalmente, as opiniões sejam confidenciais, podemos dizer-lhe que expressam a admiração pela sua sinceridade e devoção; mas resalvam… que este livro representa tal modificação do dogma cristão comum, que, poder-se-ia dizer, seria necessário fundar uma nova igreja na comunidade inglesa, para que houvesse possibilidade de ser vendido em quantidade que compensasse a sua publicação.”
“… somos-lhe gratos por nos ter dado, em primero lugar, a oportunidade de ver um livro tão fora do comum.”
Citamos agora parte da resposta de M. Naimy:
“É absolutamente verdadeiro que o livro se desvia do dogma cristão comum. E se desvia também de todos os dogmas estabelecidos sejam eles religiosos, filosóficos, políticos ou de qualquer espécie. E por que há de ser um dogma assim tão sagrado e imutável? Poderá algum dia a Verdade ser encerrada em determinadas palavras e nenhuma outra? É exatamente nisso que está a razão de ser deste livro…”

mirdad

khaled

o poder do agora

A arte da imperfeição

Comprei o livro da Brene Brown e nem preciso falar que estou adorando né!? Ja aproveito para recomendar!

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4053783?pac_id=33007&gclid=COj1vsPblrYCFQ6ynQoddQ0A5w

brownbrene

 

Reescrevo algumas passagens interessantes…para dar vontadinha de ler.

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Caminho para o amor :: Deepak Chopra

Esse é livro é muito bonito e profundo. Com certeza, foi o livro mais importante que eu já li até agora. Super RECOMENDO!!! Fala sobre o medo de amar, sobre nossas dificuldades de entrega, de medo, carências.

“O caminho para o amor é um livro abstrato, quase uma poética espiritual, abordando de forma original e eloqüente um tema que nos envolve eternamente. O caminho para o amor busca reviver histórias de amor que nunca deveriam ter-se apagado. Afinal, o padrão social do casamento e da criação de uma família não é automaticamente espiritual. “O caminho para o amor elimina um erro monumental que milhões de pessoas cometem — o engano de acreditar que alguém ‘lá fora’ vai dar (ou tomar) algo que já não seja seu. Quando você verdadeiramente encontra o amor, encontra a si mesmo.”

Comer, Rezar, Amar :: Elizabety Gilbert

Li esse livro e amei. É bem inspirador e engraçado.

Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. “Comer, Rezar, Amar” é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. “Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas”, explica.
Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.
Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.


Criado em 19 JUL 08

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