Archive for the 'Liberdade' Category

Liberdade

A liberdade é um critério: qualquer coisa que lhe der liberdade está certa e qualquer coisa que destruir a sua liberdade está errada. Se você conseguir se lembrar desse pequeno critério na vida, aos poucos começará a tomar o rumo certo em tudo: nos relacionamentos, na criatividade, naquilo que você é. OSHO

 

O Bhagavad-Gita

O Bhagavad-Gita (em sanscrito: भगवद्गीता, “Canção de Deus”) é um texto religioso Hindu.

O Canto Divino, assim chamado por conter as palavras de Krishna, a divindade encarnada, e por ensinar o homem a elevar-se acima da consciência humana, até uma consciência divina superior, realizando desta forma na Terra o reinado dos céus.

Veja em: http://images.karinizumi.multiply.multiplycontent.com/attachment/0/TAkMbQooCswAAFx87MM1/O_Bhagavad_Gita_simplificado_PPS.rar?nmid=341054966

Sawabona Shikoba :: Flávio Gikovate

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.

Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo…

Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer “EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM”.
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é “ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ”.

Libertando-se das ofensas

O homem-ego (ou ser imaginário), quando ofendido, só pode escolher uma de duas alternativas: ou vingar-se, ou perdoar.

Mas nem esta nem aquela ultrapassou o plano do ego. Quem se vinga revela um ego de má vontade. Quem perdoa revela um ego de boa vontade.

Nenhum um dos dois subiu ao plano do Eu da sabedoria (ou do Ser Natural), que não se sente ofendido e, portanto, não se vinga nem perdoa.

Huberto Rohden

Terroristas Psíquicos

 021

“Muitas pessoas sentem orgulho de sua pureza de consciência apenas porque suas memórias são muito curtas”
Zanizad Rafaezsky

Somos aprendizes. Quem nunca errou?
“Quem estiver sem pecados….” (Jesus)

Muitos tiranos emocionais aproveitam-se da nossa condição de aprendizes para nos atemorizarem emocionalmente, tornando-nos reféns do passado e deles mesmos.
Como verdadeiros terroristas psíquicos, diante das conquistas que alcançamos, procuram sempre nos lembrar que já erramos um dia.
Procuram manter-se na posição de domínio sobre os outros.
Colocam-se como arautos da verdade, julgando-se inatingíveis, hipócritas.
Isso acontece em sociedade, na família e mesmo nos relacionamentos “amorosos”.

Existem pessoas extremamente carentes, que se escondem atrás dessa postura belicista para manter a atenção dos outros.
Quando elas não conseguem ser o centro da atenção em um relacionamento, seja ele qual for, procuram lembrar-nos sobre equívocos cometidos um dia, buscando assim controlar a situação, exaltando a si mesmas.
São frágeis emocionalmente e acreditam manter laços afetivos às custas da manipulação de sentimentos.
Devemos tomar cuidado com aqueles que se relacionam conosco e nos impedem de virar as páginas emboloradas do passado.
Se cairmos é importante que não nos mantenhamos identificados com o chão, pois só cai quem esta andando.

É na queda que encontramos os verdadeiros amigos, eles nos ajudam a erguermo-nos e seguir caminhando.

Afaste-se dos que pregam a renovação e não renovam as próprias idéias.
Tomemos cuidado com os terroristas psíquicos, eles são ardilosos, sutis.
Terrorista psíquico é todo aquele que deseja que os outros pensem como ele.

Cuidado para não se tornar refém dos terroristas, suas principais armas são:

A exaltação dos erros passados para exercer o domínio no presente.
O ciúme em qualquer tipo de relação.
A posição de eterna vítima.
A falta de escrúpulos para denegrir a imagem dos outros.
A tentativa de nos impedir o raciocínio.
A inveja.

Viver é um constante aprendizado.
Precisamos compreender que, “a cada um será dado conforme suas próprias obras”, somos os únicos responsáveis pelo nosso destino.

Adeilson Salles

Fardos Inúteis

Paulo Roberto Gaefke
Conta uma lenda, que dois monges que atravessavam uma área deserta, quando diante de um rio violento,
avistaram uma linda jovem que tentava atravessá-lo sem sucesso.
Um dos monges, não sem dificuldades,
Atravessou o rio e colocando a mulher em suas costas Conseguiu atravessar o rio em segurança.
A jovem abraçou-o agradecida,
Comovida com o seu gesto e seguiu seu caminho…

Retomando a jornada, o outro monge que assistiu a tudo calado, repreendeu o amigo, falando do contato carnal que houve com aquela jovem, da tentação de ter aquele contato mais direto com uma mulher,
O que era proibido pelas suas leis e durante um bom trecho do caminho, esse monge falou sobre a mulher e sobre o pecado cometido até que aquele que ajudou a jovem na travessia falou:

Querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem e lá eu a deixei, mas você ainda continua carregando-a em seus pensamentos…

Assim, todos sabem que Deus não nos dá fardos maiores que aqueles que podemos suportar, e muitos dos nossos fardos já poderiam estar abandonados em outras curvas da vida,
mas nós insistimos em carregá-los.

Levamos nossas dores e frustrações ao extremo.
Dramatizamos demais, elevamos ao cubo cada dor, cada ofensa, cada contrariedade e por isso, não conseguimos relaxar, perdoar ou mesmo ser feliz, pois o peso que vamos acumulando em nossas costas são demais para qualquer cristão.

Neste dia especial, eu lhe convido a uma reflexão.
Quais são os fardos que você continua carregando e que já não estão mais com você?
Qual é a dor que você anda revivendo e fazendo com que velhas feridas voltem a sangrar?
Por que você não consegue perdoar quem lhe magoou?
Quantas oportunidades você anda deixando para trás por estar amarrado ao passado?
Desarme-se dos velhos pensamentos;
Do espírito da revolta, da tristeza.
Hoje é dia de desmontar o velho acampamento do comodismo e seguir adiante na longa jornada que a vida apresenta.
Quanto mais leve a sua mochila, mais fácil a subida rumo a felicidade…

Essa é a vida!

É preciso saber sempre quando se acaba uma etapa da vida.
Se insistirmos em permanecer nela depois do tempo necessário, perderemos a alegria e o sentido do resto.
 
Fechando círculos, fechando portas ou fechando capítulos, como queiras chamar, o importante é poder fechá-los, deixar ir momentos da vida que vão se enclausurando.

Terminou seu trabalho?
Acabou a relação?
Já não mora mais nessa casa?
Deve viajar?
A amizade acabou?
 
Você pode passar muito tempo do seu presente  dando voltas ao passado, tentando modificá-lo…
O desgaste será infinito,  porque na vida você, seus amigos, filhos, irmãos, todos estamos destinados a fechar capítulos, virar páginas, terminar etapas ou momentos da vida – e seguir adiante.
Não podemos estar no presente sentindo falta do passado.
O que aconteceu, aconteceu.
Não podemos ser filhos para sempre, nem adolescentes eternos,
 nem empregados de empresas inexistentes ou ter vínculos
com quem não quer estar vinculado a nós.
Os acontecimentos passam e temos que deixá-los ir!
 
Por isso, às vezes é  tão importante se esquecer de lembrar, trocar de casa, rasgar papéis, jogar  fora presentes desbotados, dar ou vender livros…
 
As mudanças externas podem simbolizar processos interiores de superação. Deixar ir, soltar, desprender-se…

Na vida ninguém joga com cartas marcadas – todos temos que aprender a  perder e a ganhar.
O passado passou: não espere que o devolvam.
Também não espere reconhecimento nem que saibam
quem você é.
 
A vida segue para frente, nunca para trás.

Se você anda pela vida deixando portas abertas nunca poderá se desprender, nem viver o hoje com satisfação.
 
Namoros ou amizades que não se fecham,
possibilidades de regresso a quê?
Necessidade de esclarecimentos, palavras que não
foram ditas, silêncios…
Se você pode enfrentá-los agora, que o faça!
 
Não por orgulho ou soberba,  mas porque você já não se encaixa ali, naquele lugar, naquele coração, naquela casa, naquele escritório, naquele cargo…
Você já não é o mesmo que foi há dois dias, há três meses, há um ano… Portanto, nada tem que voltar.
Feche a porta, vire a página, feche o círculo!
Você nunca será o mesmo, nem o mundo à sua volta, porque a vida  não é estática.
É para sua saúde mental, é ter amor por si mesmo, desprender-se do que já não está em sua vida. Lembre-se de que nada, nem ninguém é indispensável.  É um trabalho pessoal aprender a viver com o que dói, deixar-se ir.
É  processo de aprender a desprender-se.
E isso ajudará definitivamente a seguir para frente
com tranqüilidade.

Essa é a vida!

Desconheço a autoria

Caminhos da vida

Quando cortas uma flor para ti
começas a perdê-la…
Porque murchará nas tuas mãos
e não se fará semente
para outras primaveras

Quando aprisionas um passarinho para ti,
começas a perdê-lo…
porque não mais cantará
no bosque para ti
e nem criará outros passarinhos
em seu ninho.

Quando guardas o teu dinheiro,
começas a perdê-lo…
porque o dinheiro não vale por si só
mas pelo que com ele se pode fazer.

Quando não arriscas
a tua liberdade para tê-la,
começas a perdê-la…
Porque a liberdade que tens comprova-se
quando te atiras, optando e decidindo.

Quando não deixas partir o teu filho
para a vida, começas a perdê-lo…
Porque nunca o verás
voltar para ti livre e maduro.

Aprende no caminho da vida
a paradoxal lição da experiência:
sempre ganhas o que deixas,
e perdes o que reténs.

Desconheço a autoria

Ps. Veja também em PPS KARIN – Caminhos da Vida

Amor e Liberdade

Você vê uma borboleta e a toma em suas mãos…
Você  vê sua beleza e a coloca em seu coração…
Desejando mantê-la consigo,
Você fecha as mãos em torno dela,
Com receio de que voe e se vá…
Com grande alegria você pensa:
“Agora posso tê-la para sempre…”
Logo a alegria se vai,
Pois a beleza da borboleta já não é mais a mesma…
Parte de sua beleza era a sua liberdade…
A borboleta sente-se traída,
Alguma coisa cruel afastou-a de sua liberdade…
Em pãnico, ela se debate para libertar-se,
Apenas fazendo você apertá-la  mais forte…
Percebendo como a borboleta deve estar se sentindo você abre suas mãos…
Ela voa novamente para longe,
Agradecida por sentir-se livre outra vez…
Você então, pensa em palavras que há muito
havia esquecido:
“SE VOCÊ AMA ALGUÉM OU ALGUMA COISA,
DEIXE-A LIVRE, SE VOLTAR, É SUA,
SE NÃO VOLTAR, NUNCA FOI…”
(Desconheço a autoria)


Criado em 19 JUL 08

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