Archive for the 'Culpa' Category

Buscando ser o que eu sou

“O perfeccionismo é uma morte lenta. Se tudo se cumprisse à risca, como eu gostaria, exatamente como planejara, jamais experimentaria algo novo, minha vida seria um repetição infinda de sucessos já vividos. Quando cometo um erro vivo algo inesperado. Algumas vezes reajo ao cometer erros como se tivesse traído a mim mesmo. O medo de cometer erros parece fundamentar-se na recôndita presunção de que sou potencialmente perfeito e de que, se for muito cuidadoso, não perderei o céu. Contudo, o erro é uma demonstração de como eu sou, é um solavanco no caminho que tracei, um lembrete de que não estou lidando com os fatos. Quando der ouvidos aos meus erros, ao invés de me lamentar por dentro, terei crescido”

Ilke Praha

“Que isto fique para o homem! Tentar ser algo que não é, ter idéias que não são atingíveis, ter a praga do perfeccionismo de forma a estar livre de críticas, é abrir a senda infinita da tortura mental. Amigo, não seja um perfeccionista. Perfeccionismo é uma maldição e uma prisão. Quanto mais você treme, mais erra o alvo. Amigo, não tenha medo de erros, erros não são pecados, erros são formas de fazer algo de maneira diferente, talvez criativamente nova. Amigo, não fique aborrecido por seus erros. Alegre-se por eles, você teve a coragem de dar algo de si”.

Frederick Pearls

“O perfeccionismo é uma morte lenta. Se tudo se cumprisse à risca, como eu gostaria, exatamente como planejara, jamais experimentaria algo novo, minha vida seria um repetição infinda de sucessos já vividos. Quando cometo um erro vivo algo inesperado. Algumas vezes reajo ao cometer erros como se tivesse traído a mim mesmo. O medo de cometer erros parece fundamentar-se na recôndita presunção de que sou potencialmente perfeito e de que, se for muito cuidadoso, não perderei o céu. Contudo, o erro é uma demonstração de como eu sou, é um solavanco no caminho que tracei, um lembrete de que não estou lidando com os fatos. Quando der ouvidos aos meus erros, ao invés de me lamentar por dentro, terei crescido”

Caminhada

Crime e Castigo

Neste clima de desconfiança, as pessoas indignadas clamam a punição dos culpados!
Quem erra precisa ser punido.
 
Porque será que há tanta pressa em condenar?
Parece que as pessoas sentem prazer em punir, como se isso pudesse resolver todos os problemas.
Será o desejo inconfessável de mostrar aos outros que elas são melhores e nunca cometeriam esses erros?
 
A sede de justiça pode no fundo ser um senso de defesa, uma vontade de que tudo melhore e que nossa sociedade se humanize.
 
Mas como cada pessoa possui critérios diferenciados do que seja o bem, quando “baixa” nela a(o) justiceira(o), que quer pôr ordem no mundo a seu modo, a confusão aumenta.
Isso acontece com você?
 
Como você está “defendendo” o bem?
Eu pergunto:
De que forma está fazendo isso?
 
É preciso castigar, punir o que errou, para que ele “pague” por seu crime. Nos filmes, nas novelas de TV, todos sentem prazer quando o “bandido” é punido. Quando a polícia mata o marginal, as pessoas aplaudem, como se isso fosse natural, sem perceber que a vingança alimenta a violência.
 
O castigo não é vingança?
 
Deus não castiga ninguém, mas dispõe os fatos de forma a que cada um colha aquilo que plantou. Não se vinga, nem se compraz com o sofrimento humano. Ao contrário, sua compaixão se estende sempre, dosando a colheita de cada um, de acordo com o que ele precisa aprender. Não existe punição, só aprendizagem.

A última pedra

Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.

Gosto de uma música que Frank Sinatra costumava cantar, My way. O curioso é que só fui prestar atenção na letra dessa canção quando escrevia este texto. Ela diz mais ou menos assim: “Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira”.
Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante. Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também. É impossível acertar sempre. Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando. A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece no presente.
Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou por que eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.
Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E, principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou à praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso, o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!
Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
– Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros. Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.
Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.
Curta os passarinhos. Eles são os presentes do universo para você!

Roberto Shinyashiki

Culpa

Culpa

Inumeras crenças religiosas têm sido imensamente nocivas ao desenvolvimento das criaturas, pois usam frequentemente a culpa, como forma de atemorizar.
Utilizam-se de comportamentos manipuladores baseados em crenças punitivas.
As religiões foram criadas para retirar as criaturas da convenção e tranportá-las a espiritualização, mas na atualidade, algumas religiões se tranformaram nas proprias convenções sociais.
Somente através da real conscientização é que se estabelece o processo de amadurecimentos nas criaturas. Em outras palavras, tal conscientização se dá pelo somatório de suas experiencias vivenciadas através do tempo, nunca pela imposição ou pelo receio.
“Sacrifique-se pelos necessitados” poderá ser uma recomendação equivocada, quando endereçada a uma pessoa psicologicamente fragilizada, pois se ela nao consegue nem mesmo ajudar a si mesma, obviamente se sentirá culpada por não conseguir ajudar o próximo.
Ela até se sentira provida de boa vontade e tentar fazer alguma coisa, mas não conseguirá efetuar uma real ajuda, visto que é tão necessitada que dentro de si não há senão escuridão e desequilibrio.
Só poderemos prestar auxilio a alguém que estiver se afogando se soubermos nadar. Como ajudá-lo, se estivermos também nos afogando?
A culpa não encontraria abrigo em nossa alma, se tivéssemos ampla fé no amor de Deus por nós e se acreditássemos que Ele habita em nosso âmago e sabe que somos tão bons e adequados quanto permite nosso grau de conhecimento e de entendimento sobre nossa vida interior e exterior também.
 
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Procuremos não distorcer a mensagem de Jesus Cristo sobre o “amor ao próximo”, visto que o auxílio real entre as criaturas está alicerçado nas trocas benéficas a que todos nós somos convocados a realizar, mas devemos aprender quando não dar e quando não executar tarefas da responsabilidade de outras pessoas, pois isso também faz parte da “Lei do Amor”.


Criado em 19 JUL 08

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