O melhor

Nemhum ser humano deseja ser infeliz intencionalmente, pois nenhuma criatura ousa fazer alguma coisa de propósito, a fim de que venha a sofrer ou a se tornar derrotada.
 
Quando agimos erroneamente é porque optamos pelo que nos parecia o “melhor”, conforme nossa visão, visto que os nossos comportamentos estão alicerçados em nossa própria maneira de ver a vida.
 
Sócrates afirmava que “ninguém que saiba ou acredite que haja coisas melhores do que as que faz, ou que estão ao seu alcance, continua a fazê-las quando conhece a possibilidade de outras melhores”.
 
Em “fazer nosso melhor” está contido o quanto de amadurecimento conseguimos recolher nas experências da vida e também como usamos e inter-relacionamos essas mesmas experiências quando deparamos com fatos e situações no decorrer dos caminhos.
 
Perguntemo-nos, porém, quanto aos indivíduos que matam, mentem, caluniam, fingem: porventura, um ladrão que assalta alguém não saberá o certo, ou o justo? Desconhece o que está fazendo?
Instrução é conhecer com o intelecto e portanto não é a mesma coisa que “saber com todo o nosso ser”. Só integraremos o “saber” de alguma coisa, quando ela se encontrar completamente “contida” em nós próprios. Assim analisando, apenas o que sentimos em profundidade ou experimentamos vivenciando, é que considerado nosso “melhor”. Estar na “cabeça” não é o mesmo que estar na alma inteira. Porém, quando propositadamente, não correspondemos com atos e atitudes ao nosso grau de justiça e conhecimento, trangredimos os limites das leis naturais que nos amparam e nos sustentam.
 
Aparentemente podemos julgar um ato como sendo negativo, mas quando atingirmos o amago das criaturas e observarmos como ela foi educada, quais valores recebeu na infância, o meio social em que cresceu, ai entenderemos o que a motivou a agir daquela forma e o porque do seu padrão comportamental.
 
O apóstolo Pedro escreveu: “Deus julga a cada um de acordo com suas obras”. Tais palavras poderão ser interpretadas como a certeza de sermos avaliados segundo nossa capacidade de escolha ou seja, levando em conta nosso conjunto de funçoes mentais e espirituais, bem como nossa aptidão racional de fazer, decidir, analisar e tomar direções

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